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CICLO DE DIÁLOGOS – LÍNGUA SOLTA 

Novembro 14 @ 2:45 pm - 5:00 pm
Gratuito

/// CICLO DE DIÁLOGOS – LÍNGUA SOLTA  

Temática: “Pode a mediação cultural criar sentido de pertença? Oportunidades e desafios”

14 novembro | 15h00-17h00 | gratuito | Todos os públicos

 Aniversário do Teatro Cine de Gouveia

A ação de mediação de públicos “LÍNGUA SOLTA”, integrada na programação do Teatro Cine de Gouveia, no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses/DGARTES, promove o encontro entre estruturas culturais e artísticas, criadores, investigadores e públicos, incentivando o pensamento crítico, a literacia cultural e artística e a reflexão sobre práticas contemporâneas, experimentais e linguísticas.

Neste contexto, propõe-se uma conversa dedicada ao tema ““Pode a mediação cultural criar sentido de pertença? Oportunidades e desafios”. Esta conversa propõe uma reflexão sobre a mediação cultural e artística enquanto campo em transformação, marcado por novas práticas profissionais, pela relação com as políticas públicas e pela aproximação entre artistas, instituições e públicos. Pretende-se ainda debater as oportunidades e os desafios da mediação enquanto prática de participação, inclusão, cocriação e construção coletiva, contribuindo para relações mais próximas, continuadas e significativas entre a arte, os territórios e as comunidades.

PROGRAMA

14h45 – Boas-vindas

15h00 – 16h00 | Ciclo de Diálogos LÍNGUA SOLTA, com a temática “Pode a mediação cultural criar sentido de pertença? Oportunidades e desafios” 

Moderação:  Rui Eufrázia

Convidadas: Marta Silva e Daniela Salazar

16h00 – 16h30 | Lançamento da 2ª Edição LÍNGUA SOLTA. caderno de ensaios

17h00 | Encerramento

BIOS_

Marta Silva (1978), formada em Dança e Ciências da Educação, trabalhou sempre ligada à área da cultura quer enquanto bailarina, professora e produtora com diversos públicos e instituições, em variados contextos sociais. Em 2014 mudou-se para Lisboa. Nos últimos quinze anos tem aprofundado o seu trabalho de gestora cultural numa relação mais profunda com a intervenção social e desenvolvimento local. Em 2012 fundou e é Presidente da cooperativa cultural e de solidariedade social LARGO Residências, sediada em Arroios (Lisboa), cujo trabalho tem sido reconhecido por inúmeros grupos de trabalho nacionais e europeus no campo da Cultura, Inclusão Social e Desenvolvimento Local. Em 2021 o trabalho desta cooperativa recebeu o Prémio Acesso Cultural na área do acesso social, e voto de Louvor do Município de Lisboa em 2023. Em 2023 recebeu o prémio Participou enquanto Júri e vários concursos, destacando no concursos da Direcção Geral das Artes / Ministério da Cultura, Artes de Rua e Dança Contemporânea (2017/2018) e Artes Sem Limites – Projectos de Parceria (2020). Em 2021 é eleita pela assembleia de representantes da  Associação Mutualista Montepio Geral. Recebeu o Prémio Natércia Campos 2023, enquanto Melhor Produtor Cultural, distinguido pela Academia de Produtores Culturais.

Daniela Salazar (1988), Mediadora e Produtora cultural independente. Investigadora em Estudos Artísticos (CHAIA – Universidade de Évora/ IHA – NOVA). Tem desenvolvido o seu percurso profissional entre o setor cultural e artístico e a academia, desempenhando funções enquanto mediadora cultural em projetos de práticas artísticas e culturais participativas, enquanto produtora cultural na gestão de projetos e organização de eventos culturais, artísticos e científicos, bem como produção científica na área da reflexão crítica sobre metodologias e impactos das práticas participativas. Tem trabalhado em áreas como as relações intergeracionais, o teatro comunitário, processos de regeneração urbana participados e placemaking, bem como dinamização de workshops de co-criação.

 

Detalhes